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Outro dia comentei aqui na Taverna sobre a volta do personagem "Spawn" às bancas e livrarias brasileiras, um personagem que marcou época nos saudosos Anos 90. A invasão de revistas produzidas nesse período inclui também a edição "X-Men 2099 Vol. 1", trazendo uma nova geração de heróis mutantes liderados por Xi’an Chi Xan que vivem no ano de 2099 e tem a difícil missão de defender o legado dos "X-Men".
A edição vai sair em breve pela Panini Brasil em sua linha “Vintage”, que tem trazido várias edições clássicas da "Casa das Ideias" e compila as seguintes edições "X-Men 2099" 1-7, mais "Spider-Man 2099" (1992) 16; "Ravage 2099" 15; "Doom 2099" 14. "Punisher 2099" 13, com uma megassaga que teve crossovers com esses títulos, que contou com importantes autores da época, como Grant Miehn ("X-Men 2099"), John Francis Moore ("X-Force", "X-Factor"), Pat Broderick ("Batman", "Punho de Ferro"), Patt Mils ("Juiz Dredd"), Peter David ("Supergirl", "Hulk"), Rick Leonardi ("X-Men"), Ron Lin ("Desafio Infinito"), Tom Morgan ("Hulk") e Tony Skinner ("Justiceiro 2099"). O preço de capa sugerido é de R$ 119,90 e sai pela primeira vez no Brasil em seu formato original (americano). Só saiu por aqui em "formatinho" pela Abril Jovem em 1994, 30 anos atrás.
Antes de "X-Men 2099" a Panini já vem lançando desde setembro de 2022 a saga do "Homem-Aranha 2099" e, atualmente, já está em seu terceiro volume, além de estar também os quadrinhos mais recentes do "Aranha 2099", que vem sendo publicados desde também pela editora desde 2023.
O "Universo 2099" foi uma iniciativa da Marvel no começo dos anos 90 que buscava atrair novos leitores iniciando a cronologia de novo universo num futuro alternativo dos personagens da editora ano de 2099. A força, o saudosismo e a curiosidade sobre esses personagens aumentou muito com a saga da animação "Homem-Aranha no Multiverso" que deu grande destaque ao "Homem-Aranha 2099" (Miguel O’Hara), que foi o grande vilão do segundo filme da franquia.
Deixe seus comentários e sugestões e, dependendo do tamanho do interesse de vocês, podemos, no futuro, fazer novos textos sobre o "Universo 2099".
Obs. Se quiser adquirir qualquer produto relacionado ou não a este texto pode adquirir por nossos links na Amazon (clicando aqui) ou também no Mercado livre (clicando aqui), onde você pode fazer suas compras, aproveitando os melhores descontos e, ainda por cima, ajudando na manutenção do nosso trabalho aqui, sem qualquer custo adicional.
Outro dia comentamos aqui sobre a avalanche de lançamentos relacionados ao universo expandido de personagem Spawn. Pois é... Ontem (26/09) uma em uma live com editores da Panini Brasil foi informado, entre os vários lançamentos previstos para o mês de dezembro deste ano a primeira edição de "Condenados", compilando as primeiras cinco edições de "The Scorched", com roteiros de Sean Lewis ("Rei Spawn") e arte de Stephen Segovia ("X-Force").
O filme, dirigido por Richard Donner ("Os Goonies", "Máquina Mortífera") foi uma aposta alta da Warner Bros. e se tornou um marco na história dos cinemas, produzido em uma época em que os efeitos especiais necessários para contar a história que se propunha eram caríssimos, realizados de forma prática e complicada e não existia nenhuma tradição recente em filmes de super-heróis nos cinemas.
Christopher Reeve ("Em Algum Lugar do Passado", "Janela Indiscreta") encarnou o protagonista em uma atuação memorável, que até hoje é referência para qualquer versão do personagem, Gene Hackman (Os "Imperdoáveis", "Rápida e Mortal") viveu o vilão Lex Luthor, numa versão que mesclava o típico vilão de quadrinhos, com traços de genialidade, maldade e humor ácido e Margot Kidder ("Cidade do Horror", "Alguém na Escuridão"), ficou com o papel de Lois Lane, intepretada como uma mulher ousada e profissional dedicada do jornalismo, longe do estereótipo de "donzela em perigo" tradicional, apesar de, aqui, acolá, estar em perigo e precisar ser salva pelo herói. Mas, se quiser conferir, fique ligado: O filme fica em cartaz em todo o país até o próximo só por uma semana.
Outro relançamento da Panini Comics que vem sendo muito esperado é "Supergirl: A Mulher do Amanhã", escrita por Tom King (Batman, Xerife da Babilônia) e com arte da brasileira Bilquis Evely (Mulher-Maravilha, Hellblazer) e está previsto no checklist do mês de dezembro de 2024 da editora. O hype dessa HQ aumentou muito desde que, recentemente, o diretor James Gunn (atual responsável pelo Universo DC nos cinemas) comentou que o novo filme em que Milly Alcock ("House of the Dragon") dará vida à personagem-título seria inspirado nessa minissérie. Com isso, rapidamente a procura aumentou muito na época e o produto sumiu das prateleiras.
Com uma equipe criativa estrelada o volume compila os oito números da minissérie "Supergirl: Woman of Tomorrow", de 2021, que acabou chegando por aqui em agosto do ano seguinte e foi indicada ao Eisner na época, contando uma história onde a Kryptoniana viaja pelo universo junto com uma criança e um cachorro em uma missão de vingança.
Informações sobre o Lançamento:
Título: "Supergirl: A Mulher Do Amanhã"
Autores: Bilquis Evely, Tom King
208 páginas
Capa dura
Compila: "Supergirl: Woman of Tomorrow" (2021) 1-8
Depois de um bom tempo fora das prateleiras a Panini/Brasil anunciou em seu Checklist de novembro que vai relançar o primeiro volume de "Os Fabulosos X-Men: Edição Definitiva”, compilando as primeiras edições da série em quadrinhos lançada originalmente a partir de 1963, pelos seus criadores Stan Lee (texto) e Jack Kirby (arte), dupla criativa da base de praticamente todo o Universo Marvel conhecido hoje.
A edição saiu por aqui pela primeira vez em Agosto de 2021 e compila os 23 primeiro números da mensal dos X-Men, acrescido de uma história publicada em Amazing Adult Fantasy 14 II, que apresentou o primeiro personagem "mutante", antes mesmo da publicação do grupo de jovens desajustados liderado pelo Professor Charles Xavier.
O volume é um documento histórico, uma polaroid de épocas menos complicadas e marcada por histórias de "vilões do mês", que, alguns deles foram ficando esquecidos no decorrer da trajetória dos mutantes, outros, como Magneto e Fanático só aumentaram sua popularidade e importância desde então.
Detalhes da Edição
Título: "Os Fabulosos X-Men: Edição Definitiva Vol.01" (reimpressão)
Autores: Jack Kirby, Roy Thomas, Stan Lee, Steve Ditko, Werner Roth
Previsão de Lançamento: Novembro/2024
528 páginas
Capa Dura
Compila: Amazing Adult Fantasy 14 II; Uncanny X-Men (1963) 1-23
Quem assiste "A Casa do Dragão" ("House of the Dragon") na HBO/Max já deve saber que se trata de uma série de TV baseada no universo criado por George R. R. Martin para sua série de livros “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que, por sua vez, rendeu a famosa e bem-sucedida série intitulada “Game of Thrones”, que leva o título do primeiro livro das "Crônicas".
A história é contada como um livro que teria sido escrito pelo arquimeistre Gyldayn, da cidade de Vilavelha, que teria sido transcrito pelo próprio Martin e narra, a partir do estudo apurado de diferentes documentos históricos, livros apócrifos e muitas lendas e rumores populares (inclusive, fábulas maledicentes e fofocas deslavadas) com diferentes pontos de vista que vão se amarrando no decorrer do texto, ora com acontecimentos fáticos (que não podem ser negados) ora com versões a partir de opiniões individuais ou rumores populares, apresentando possibilidades de autores de fatos, motivações ou mesmo acontecimentos possíveis para momentos que não puderam ser confirmados por nenhuma testemunha ocular.
Diferente da forma como a série de TV é contada ou mesmo "As Crônicas de Gelo e Fogo", o livro se apresenta como uma espécie de jogo, tipo RPG, onde o leitor participa ativamente da trama e tira suas próprias conclusões sobre o que realmente teria acontecido em vários momentos ou quem teriam sido os responsáveis por fatos importantes, movimentando a história de forma anônima e, a partir dessas questões, na cabeça de cada um a história pode ir pras mais diferentes direções.
Importante destacar a grandiosidade da história que o autor se propõe a contar, traçando paralelos com a História (com "H" maiúsculo mesmo), sobretudo, períodos históricos mais centrados na Europa da Idade Média, que podem ser percebidos ou não por cada leitor a partir de seus conhecimentos prévios. Interessante também a forma como são usadas as alcunhas para personagens, sempre dando destaque a alguma qualidade dos personagens, homenageando-os ou ridicularizando-os, dando um toque a mais na caracterização de cada um deles. Os nomes das batalhas e momentos históricos importantes, como "A Dança dos Dragões" ou "Sementes do Dragão", também delimitar de forma épica e clara pra posteridade a importância de cada acontecimento narrado.
O livro é ricamente ilustrado com vários quadros belos e detalhados em preto e branco do artista gráfico Doug Wheatley (O Mundo de Gelo e Fogo, Conan, o Bárbaro, Graphic Novel do Star Wars: Episódio III), dando destaque a importantes momentos da história, apresentando toda a grandiosidade de Westeros e suas batalhas e seus dragões e, por se tratar de "histórias de bastidores" (muitas delas sem fontes confiáveis), dá margem para que o universo das "Crônicas de Gelo e Fogo" possa crescer de forma exponencial, visto que novas obras podem ampliar e contar em mais detalhes o que futuramente pode ser chamada de a "História Real" ou "Toda a História", por exemplo. Vale muito a pena conferir esta obra que, ainda toma o cuidado de, no seu final, fazer a linha do tempo de todos os Reis Targaryen, até o final da linhagem, momento que foi o estopim que iniciou "As Crônicas de Gelo e Fogo".
Esta e outras obras de George R. R. Martin podem ser adquiridas clicando na Amazon clicando aqui ou pelo Mercado Livre, clicando aqui, bem como quaisquer outros produtos de sua preferência. Você pode aproveitar os descontos e ainda ajudar na manutenção do nosso trabalho aqui. E, o melhor, sem qualquer custo adicional.
Quem já acompanha os posts da Taverna há algum tempo já deve ter percebido que um hobby deste redator/editor que vos escreve é procurar conhecer novos talentos musicais, sejam eles brazucas ou internacionais e nas mais diferentes configurações (seja banda, dupla, carreira solo, etc) e estilos. Essa mania acaba me ajudando a apresentar esses artistas aqui no blog e fazer com que mais gente também conheça, saindo do mesmismo de sertanejo universitário que vem permeando as rádios, tevês e internet do país. A escolha da vez foi a banda baiana Maglore, que acaba de lançar seu álbum Maglore Acústico, reunindo releituras de músicas que estão presentes nos 5 álbuns de estúdio da banda acrescida da inédita "Tela Quente".
A banda começou em 2009 e já passou por algumas formações, sendo hoje formada por por Teago Oliveira (voz e guitarra), Lelo Brandão (guitarra), Lucas Gonçalves (baixo e voz) e Felipe Dieder (bateria e voz). "Veroz" (2011), o primeiro álbum tem um clima que lembra um pouco o bem elaborado último álbum dos "Hermanos", porém com um sotaque e suingue nordestino interessante pra incrementar. "Vamos pra Rua" (2013) tem uma sonoridade mais madura, com uma personalidade mais própria, ótimos arranjos e uma acentuação nordestina ainda maior, com destaque para a faixa "Motor", que foi regravada por ninguém menos que as, também baianas: Pitty (de quem Teago é muito fã) e a saudosa "Gal Costa", que dispensa comentários.
"III" (2015), é um álbum ainda mais maduro, com a ótima "Mantra" e, entre outras pérolas da banda, como "Invejosa" e "Café com Pão" arranjos e letras ainda mais sentimentais e profundas. Em seguida veio "Todas as Bandeiras" (2017), com músicas simples e se aprofundando um pouco em temáticas mais sociais, ainda que de forma velada, em canções como "Todas as Bandeiras" e "Aquela Força", mesclando arranjos simples, mas precisos, com letras urgentes e inspiradas. O último de estúdio dos caras foi "V" (2022), trazendo uma sonoridade pra lá de inspirada na fase psicodélida dos "Beatles" (o que já era perceptível desde "Todas as Bandeiras", mas aqui se ampliou muito), mas sempre com aquele tempero brasileiro, sobretudo nordestino, com destaque para as excelentes "Eles" e "Revés de Tudo", retratos críticos da polarização política que cresceu ainda mais naquele ano de 2022. Os álbuns têm muito mais músicas excelentes, e, em outro momento podem ser analisados aqui indiviualmente.
É difícil rotular o som dos caras em qualquer estilo, pois mesclam elementos da tradicional MPB (sobretudo na vertente do Tropicalismo), com o melhor do rock nacional, psicodelia, algumas vezes até emulando o som das antigas cantigas das lavadeiras, elementos orientais (em "Mantra", sobretudo) e (pasmem!) até axé dos anos 90, como um ingrediente que passa de raspão pela miscelânea que é o caldeirão sonoro apresentado pelas canções da banda. Vale muito a pena conhecer o som do Maglore. Com certeza, você não vai se arrepender.
Em breve teremos aqui resenhas completas dos álbuns da banda.
Confira abaixo o clipe de "Eles", do último álbum de estúdio da banda:
Após mais de uma década sem ter uma editora nacional fixa "pra chamar de sua", com alguns lançamentos bem espaçados de coleções e edições especiais em editoras menores, Spawn finalmente tem uma nova casa no Brasil: a Panini Comics, que, após alguns atropelos (porque, sem emoção não tem graça!) finalmente começou a lançar várias coleções da criação máxima de Tood McFarlane, artista que fez fama nos anos 80 com uma versão inovadora, muito mais aracnídea do Homem-Aranha, que fez muito sucesso e é celebrada até hoje.
Nos últimos anos surgiram muitos boatos sobre o relançamento da obra no Brasil, que é, de longe, a que alcançou maior sucesso e longevidade de tudo que saiu pela Image Comics desde o seu início láaaaa no começo da década de 90 do século passado. O sucesso do título foi tanto que hoje já tem todo um universo expandido só seu, dando destaque aos diversos personagens.
Esse ano, finalmente, o prego foi batido e a ponta virada e com muitas novidades pros leitores tupiniquins. A primeira e, talvez, mais aguardada é a coleção Spawn: Origens, que apresenta as primeira edições da série mensal iniciada no longínquo ano de 1992, há muitos anos fora de catálogo no mercado nacional, inclusive com a de número 09, com texto de Dave Sim e arte do próprio McFarlane, que ficou muitos anos fora de catálogo no mundo todo por desentendimentos relativos aos direitos autorais entre os criadores, só recentemente resolvidos. A referida história já está disponível em Spawn: Origens Vol. 2, (que você pode adquirir clicando aqui) e a Panini promete que a coleção terá, pelo menos, 13 volumes em edições “mensais” (as aspas são devido ter começado logo com grandes atrasos no lançamento, que estava previsto pra abril, mas só saiu mesmo bem depois).
Outro lançamento que já está disponível aos leitores é a série intitulada simplesmente Spawn, trazendo encadernados que compilam edições da mensal do personagem publicadas mais recente nos "States", que hoje já ultrapassou a marca da edição de número 300 por lá.
Edições especiais compilando minisséries também já foram lançadas, como Spawn Especial Vol.1 – Violador e Spawn Especial Vol.2 – Feudo de Sangue , ambas contendo histórias escritas pelo celebrado escritor de quadrinhos britânico Alan Moore ("Watchmen", "V de Vingança", "Liga Extraordinária") e já estão em pré-venda os primeiros volumes de Spawn Pistoleiro e Rei Spawn.
Pra quem estava com saudades de Jessica Jones, a detetive alquebrada da Marvel, o primeiro volume da coleção "Jessica Jones: Alias" está voltando ao Brasil na coleção "Marvel Essenciais", da editora Panini, compilando as nove primeiras edições da série em quadrinhos, com lançamento previsto para o mês de novembro deste ano.
Apesar de tentar se afastar de sua vida de "super" e, muitas vezes, até fazendo o leitor esquecer que a protagonista tem poderes, de quando em vez ela se vê envolvida em investigações que envolvem superseres e tem que cutucar velhas feridas, se reaproximando de amizades e inimizades antigas.
"Jessica Jones: Alias" é uma publicação do selo Marvel Max criada por Brian Michael Bendis (texto) e Michael Gaydos (arte) e teve 28 edições, publicadas entre 2001 e 2004. Este primeiro volume compila as edições de 01 a 09 da série, que deu origem à uma série de TV que teve 03 temporadas e está disponível atualmente no Disney+.
Lembrete Importante:
Você pode adquirir esta edição em pré-venda na Amazon clicando aqui ou a versão que foi publicada anteriormente no Mercado Livre clicando aqui, e comprando por nossos links ajudar na manutenção do nosso trabalho, aproveitando as ofertas sem qualquer custo adicional.
Esta edição compila:
Alias 1-9
R$ 104,90 (Preço Sugerido)
Depois de fazer mistério por muito tempo, finalmente foi apresentada a editora que vai trazer ao Brasil a O Eternauta: Edição Definitiva, dos argentinos Héctor Germán Oesterheld (história) e Francisco Solano López (arte): A Pipoca e Nanquim.
“O Eternauta” é uma obra seminal das HQs latino-americanas, apresentando uma história de ficção científica com fortes críticas sociais ao imperialismo e militarismo e foi publicada pela primeira vez na Argentina na revista Hora Cero Semanal, entre os anos de 1957 e 1959, contando a trajetória de Juan Salvo, um homem que diz ter vindo do futuro e chega à casa de um quadrinhista alertando que uma grande tragédia que vai dizimar a humanidade está pra acontecer.
A obra é até hoje celebrada em toda a Argentina, com imagens do protagonista em seu traje pouco convencional espalhadas pelos muros do país e está prestes a ganhar uma versão televisiva pela Netflix, tendo o premiado astro argentino Ricardo Darín (O Segredo dos Seus Olhos) como protagonista.
A nova edição terá acabamento mais luxuoso, 372 páginas em preto e branco e papel offset de alta gramatura em formato widescreen (respeitando o original), com arte remasterizada diretamente dos arquivos em alta definição com a arte, capa dura, e luva e já está disponível em pré-venda pela Amazon. Clique aqui pra comprar. O volume é também uma comemoração de uma marca importante: o livro de número 200 lançado pela editora, que começou como um grupo que apresentava um podcast de quadrinhos há mais de uma década e se tornou uma das editoras com os melhores lançamentos do Brasil, tanto em qualidade quanto em quantidade.
A Panini Brasil vem fazendo um trabalho bem diversificado (algumas vezes, inusitado) com os títulos da Marvel em sua coleção "Epic Collection", trazendo histórias de diferentes personagens, como Quarteto Fantástico, Novos Mutantes, Capitão América, entre outros, em fases, às vezes, muito celebradas, outras vezes, não tão lembradas. Os escolhidos da vez foram a "Geração X", um grupo de jovens mutantes nem tão aclamados assim que surgiu nos anos 90, durou alguns números e acabou entrando num limbo editorial.
A edição terá preço sugerido de R$ 149,90, compilando 480 páginas de quadrinhos, com acabamento em capa mole e papel de qualidade e a equipe criativa é cheia de vários nomes que à época já estavam bem conhecidos pelos fãs, tendo nos roteiros Jeph Loeb (Hulk) e Scott Lobdell (X-Men) e na arte Chris Bachallo (X-Men), Joe Madureira (X-Men), Roger Cruz (X-Men) e Tom Grummett (Superboy). A imagem acima, até o momento, parece ser meramente ilustrativa para a capa da edição nacional.
Conteúdo original
da edição: Uncanny X-Men 316-318; X-Men 36-37; Generation X 1-9;
Wolverine 94, Generation X Collector Preview 1 e Generation X
Ashcan Edition 01.
A edição já está em pré-venda na Amazon, podendo ser adquirida clicando aqui.
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O mangá já foi publicado no Brasil pelas editoras Conrad, no início dos anos 2000 (no formato conhecido no Brasil como "meio tankobon" em 48 volumes, correspondendo a cerca de metade de cada volume japonês em cada volume nacional, em duas versões) e algumas vezes pela própria JBC, no formato tradicional publicado no Japão (tankobon em 28 volumes) e, mais recentemente na versão Kanzenban , com 22 volumes em capa dura e algumas páginas colorizadas e, de acordo com informações divulgadas pela editora devem chegar este mês em comemoração aos 30 anos da estreia do anime no Brasil.
A edição brasileira vai contar com uma versão exclusiva com capa variante assinada pelo artista nacional José Luís, que, inclusive, de acordo com informações da própria JBC já tem o aval do próprio autor Masami Kurumada para ser publicada e já está em processo de produção.
Enquanto espera por esse lançamento você pode conferir algumas ofertas dos Kanzenban dos Cavaleiros, ainda disponíveis na Amazon, bem como outras coleções clicando aqui. Lembrando que, comprando por nossos links, você pode comprar qualquer produto no site (não precisa ser especificamente aquele que estamos divulgado) e, além de economizar comas ofertas, sem qualquer custo adicional, você contribui pra manutenção do nosso trabalho.
A Panini Comics, seguindo uma tendência que vem ocorrendo muito tanto no mercado norte-americano de quadrinhos quanto no europeu, está lançando uma coleção em formato mais acessível (14,5 Cm x 21,7 Cm), com acabamento mais simples (papel off-set e capa cartão), reapresentando histórias clássicas, que já fizeram sucesso em outros formatos, para um novo público.
Na sequência, a editora está prometendo lançar outras histórias de sucesso, os ótimos Watchmen (Alan Moore, Dave Gibbons) e Batman: A Piada Mortal (Alan Moore e Brian Bolland), que já estão em pré-venda. Clique na imagem acima ou nos títulos das revistas pra ir direto pra página da Amazon e comprar seus quadrinhos preferidos, ou qualquer outro item que desejar e, ainda por cima, ajudar na manutenção do nosso trabalho, sem qualquer custo adicional.
Essa inciativa vem num momento em que as edições de luxo estavam tomando as livrarias, afastando novos leitores que não estavam dispostos a gastar R$ 200,00, R$ 300,00 só pra conhecer um quadrinho, arriscando seu rico dinheirinho, sem qualquer garantia de que se tratava de algo que realmente vai gostar. Um ótimo ponto de partida, com histórias fechadas e marcantes da editora das lendas.
O autor ficou mundialmente famoso a partir do ano de 1999, com o lançamento de Planetary e, desde então, já passou por uma excelente fase com os X-Men (Surpeendentes X-Men, com Joss Whedon), Capitão América: O Novo Pacto (com John Ney Rieber) e Fabulosos Vingadores (com Rick Remender), entre muitos outros.
Cassaday tinha 52 anos e foi vencedor do Eisner Award nos anos de 2005 e 2006 e do Scream Award, em 2007 e várias de suas obras são tão relevantes, que apesar de já terem sido lançadas há alguns anos, estão sempre em tendo relançamentos, como as expostas abaixo (todos disponíveis na Amazon, é só clicar nas imagens abaixo pra comprar):
A editora Panini Comics Brasil divulgou recentemente seu catálogo DC com previsão de lançamento para o mês de Novembro deste ano e, entre várias edições, está prometendo lançar a Edição Definitiva de "V de Vingança", que foi publicada originalmente láaaaaaa em 2009.
Desde que a editora assumiu a publicação de quadrinhos tanto da Marvel quanto da DC no Brasil, há mais de 20 anos, "V de Vingança" já foi publicada algumas vezes, com diferentes acabamentos (capa mole e capa dura) e é um dos grandes clássicos relativamente mais fáceis de encontrar, ficando pouco tempo fora das prateleiras, porém, com esse tratamento de Edição Absoluta é realmente sua estreia por aqui. A edição promete páginas extras e outros materiais inéditos no Brasil. Vale muito a pena.